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Quadro da Semana: "Uma Rua Chamada Pecado"

  • 4 de abr. de 2018
  • 1 min de leitura

"Uma Rua Chamada Pecado" (“A Streetcar Named Desire", 1951)

Diretor de fotografia: Harry Stradling Sr. Diretor: Elia Kazan Nesta terça-feira (03/04), o legendário ator Marlon Brando estaria completando 94 anos, caso não tivesse nos deixado em 2004. Mundialmente reconhecido pelo papel de Don Vito Corleone em "O Poderoso Chefão" (1972), há muito mais em sua vistosa filmografia para podermos apontá-lo como um dos melhores (senão o melhor) atores de todos os tempos (pelo menos quando em cena, já que nos bastidores o que não faltam são histórias de seu temperamento difícil). Com 8 indicações ao Oscar, incluindo as pelos filmes "Sayonara" (1957) e "Último Tango em Paris" (1972), ele venceu em duas ocasiões, separadas por 18 anos de carreira. Na primeira delas, pelo excelente "Sindicato de Ladrões" (1954), Brando foi receber sua estatueta com um semblante de pura alegria. Na segunda, pelo filme de Francis Ford Coppola, ele boicotou a cerimônia, como já expliquei na #KinoHistorias34, recusando o prêmio como forma de protesto político. Sua primeiríssima indicação veio pelo igualmente icônico papel de Stanley Kowalski em "Uma Rua Chamada Pecado", filme que recebeu 12 indicações e saiu vitorioso em 4 categorias, incluindo a de Melhor Atriz para Vivien Leigh (que voltava a vencer desde "...E o Vento Levou", de 1939). Ela interpretou Blanche DuBois, a problemática cunhada de Stanley que se muda repentinamente para a casa de sua irmã (a mais famosa Stella do Cinema, intepretada por Kim Hunter), gerando uma crise conjugal digna de performances inesquecíveis.

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